Juros do cartão têm teto: saiba como escapar

Se a fatura vira bola de neve, a nova regra muda o jogo: os juros do rotativo não podem passar o valor original da dívida. E ainda existe um caminho para levar o saldo para outro banco.

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O mínimo pago não resolve sozinho

Pagar o mínimo em dia evita atraso, mas pode manter a dívida viva por meses. O perigo está no total de juros acumulados, não só na parcela que cabe no bolso. E é aí que entra o limite legal.

Quando a dívida dobra, a lei interfere

Desde 2023, o custo do rotativo ganhou freio: ao atingir 100% do valor devido, os encargos param de crescer. Isso impede que uma compra pequena vire uma dívida muito maior. Mas há outro detalhe importante.

O teto vale para os juros, não para tudo

O limite trava os juros e encargos do cartão, mas a cobrança principal continua existindo. Por isso, entender o que já foi pago faz diferença. Quem acompanha a fatura consegue perceber a hora de agir antes que o saldo pese demais.

Leve a dívida para outro banco

A nova lei também abriu espaço para transferir a fatura para outra instituição. Essa troca pode reduzir o custo e facilitar a negociação. Só que nem todo mundo sabe quando essa opção realmente compensa.

O que observar antes de mudar

Compare taxas, prazo e valor final da nova proposta. O objetivo não é só trocar de banco, mas sair do ciclo em que a dívida cresce mesmo com pagamentos mensais. O próximo passo é entender como usar esse direito na prática.

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Veja como funciona o teto dos juros e quando vale levar a dívida para outro banco.

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